Escrever é a forma mais silenciosa de gritar.
domingo, 10 de junho de 2012
Perdoe-me por chamá-lo de meu, e de amor
Encontro-me pálida e sem vida. A dor, onipresente. Não há céu claro, não há vento; as janelas trancadas, e a porta por igual. E tu meu amor? Nem sei por onde andas...
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