sábado, 9 de junho de 2012
00:44 pm
Não sei por quê estou escrevendo nem pra quem. Não sei que rumo esse texto vai tomar. Estava rabiscando uma folha branca e não satisfeita quis jogar algumas palavras nas quais eu também não sei se sairão. A solidão é minha companheira. É madrugada gélida de sábado. Estou sem sono e desanimada. Não tenho nada além de um disco velho, um livro de Graciliano Ramos, um copo de leite quente e alguns versos soltos no meu caderno, também não preciso mais que isso. Não sei como terminar isso, comecei sem saber e o fim não vai ser diferente, contente-se leitor com não mais que as reticências...
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